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Por que inovar?

Depois de ler alguns textos de Eduardo Zugaib, assistir alguns videos do Geração de Valor, ter aulas com mestres e doutores nas areas da administração, eu observei uma constante preocupação dentre eles: A Inovação!

Mesmo os mais tradicionais (como os de contabilidade e teoria de area) sabem que para sobreviver nos relacionamentos, empregos e até mesmo nos lazeres o fator inovação é o quesito mais importante.

Quando o resultado das nossas ações não satisfaz, é preciso parar um pouquinho e, com toda a lucidez e humildade, analisar onde temos errado. Viver despreocupadamente é o desejo que trazemos "de fábrica". Porém, em muitos momentos, deixamos de assumir o controle de nossos pensamentos, sentimentos e atitudes, uma auto-sabotagem que confundimos com uma pseudo-tranquilidade.

Não é raro depararmos com amigos que miram duas opções extremas de vida. Percebem apenas o oito e o oitenta, esquecendo-se das 72 opções que existem entre eles, das sete que antecedem o oito e do infinito que sucede o oitenta. "Prefiro ganhar pouco, ter saúde e ser feliz do que ganhar muito e viver preocupado" é o tipo de crença instalada que nos serve de justificativa para a nossa falta de mobilização e o nosso medo - sim, o medo - de assumir o controle.

Quem disse que não é possível ganhar bem, ter saúde e ser feliz? Essa ideia fixa de que dinheiro não pode trazer felicidade é o que cria inumeras barreiras para se alcançar uma contra cultura saldável e plena. A partir desse modelo, idealizamos nossos pensamentos, que rascunharão nossos sentimentos, que comporão nossas atitudes e, finalmente, materializarão nossos resultados. O dinheiro é uma energia neutra e sua polarização está nas nossas mãos: é possível tratá-la como algo sujo, que corrompe ou como algo que promove mudança, movimenta a economia, gera trabalho, impulsiona a tecnologia e todas as outras areas da vida que a nossa inteligência pode imaginar.

Além do dinheiro, as demais energias neutras à nossa disposição, como o trabalho, o tempo, a fé, a ciência e os relacionamentos, todas estão sujeitas ao nosso modelo de crença. A possibilidade de inovação desse padrão é uma realidade, mas a decisão em fazer e continuar fazendo é individual. O nosso modelo de crenças, ou padrão mental, é o mapa que vai nos orientar no campo da ação, e devemos estar conscientes que, entre mapa e terreno, existem variáveis controláveis e incontroláveis.

Daí a necessidade de avaliar cada passo, parando de tratar tudo como fruto do acaso ou do "azar que me ungiu quando nasci" (outro modelo de crença). No oposto do espírito da inovação está o espírito da lamentação. Quando o padrão mental é de lamentação, o resultado que se atinge, invariavelmente é o de uma vida lamentável.

"Ok! Entendi que preciso para de lamentar e começar a inovar... mas... COMO?"

É simples. Veja este video.

http://www.youtube.com/watch?v=o5I9cx2Tb64

Visão, coragem e competencia.

Visão: Treine ver o tabuleiro de xadres 3 rodadas a frente. Isso torna a tomada de decisão mais eficiente.

Coragem: Seja audacioso a ponte de escolher a jogada mais vantajosa das 3 que viu. Não adianta saber as jogadas se sempre escolher as mesmas.

Competencia: Estude e crie métodos para alcançar os seus objetivos. Lembre-se que no plano teórico as coisas sempre funcionam, mas no prático a coisa pode ser bem diferente.

I9

Seja único.

Cresça pra dentro.

Seja melhor sendo você mesmo.


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Inconformado com a demora do surgimento de uma contra cultura com base nos princípios da bíblia, resolvi criar um espaço onde eu pudesse compartilhar minhas ideias com quem possa interessar.

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